Filas

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Versão: 3.2.3
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Filas

Use uma fila quando o robô tem muitos casos para tratar: notas fiscais, cadastros, pedidos, documentos. Cada caso entra na fila como um item. Um ou mais robôs pegam um item de cada vez, e a aba “Filas” mostra quanto falta, quanto deu certo e o que falhou. Nenhum caso se perde no meio do lote, e dois robôs nunca fazem o mesmo caso.

O que você quer fazer?

Ver como estão as filas Abra a aba “Filas”: cada linha mostra os itens, os pendentes, os sucessos e as falhas de uma fila.
Criar uma fila Clique em “+ Nova fila” e ligue a ela o robô que coloca os casos e o robô que trabalha.
Começar sozinho quando chegam casos Um gatilho por fila usa os novos itens de uma fila para iniciar uma automação.
Não parar quando o robô quebra Com o Curador ligado, ele conserta o robô, testa e reexecuta os itens que quebraram.
Tentar de novo um caso Só aquele item volta para a fila. A planilha inteira não é refeita.
Limpar a fila A 3.2.3 trouxe operações de limpeza da fila. Veja quando usar e o que conferir antes.

O que é uma fila

Pense no balcão de uma loja com senhas. Cada senha é um caso a atender. Quem chega tira senha. Quem atende chama a próxima senha livre. Duas pessoas nunca atendem a mesma senha.

No Curator, essa lista de senhas é a fila, e cada senha é um item: a ficha de um caso. O item diz o que precisa ser feito, em que pé está e como terminou.

Por que não mandar o robô ler a planilha direto? Porque dois robôs podem pegar a mesma linha, uma linha que falhou some no meio das outras, e ninguém vê com clareza o que já foi, o que falta e o que deu errado. A fila vira a lista central: um caso, um item, uma história. A animação mostra o caminho. Passe o mouse para pausar e clique para ver de novo.

Os quatro números do alto da animação são os mesmos da tela de verdade: na aba “Filas”, cada fila mostra “Itens”, “Pendentes”, “Sucessos” e “Falhas”, além de “Abandonados”.

Quem coloca e quem trabalha

A fila sozinha não faz o trabalho. Quando você cria uma automação, o Curator pede para escolher o modelo REFRAMEWORK: “Automação simples”, “Dispatcher”, “Performer” ou “Disperformer”. Três deles usam a fila, cada um com uma função. Analogia: no depósito, um estoquista põe os pedidos na esteira e vários separadores pegam um pedido cada.

Modelo no app O que ele faz com a fila
Dispatcher
“alimenta fila do Curator”
O robô que coloca na fila. Coleta os dados (Excel ou CSV, API REST, banco de dados, web) e enfileira um item para cada caso, para os Performers processarem.
Performer
“consome fila do Curator”
O robô que pega e trabalha. Consome a fila e processa os itens. Vários podem rodar em paralelo.
Disperformer
“alimenta e consome fila”
Os dois papéis no mesmo projeto: enfileira e processa os itens, sem precisar de um par.
Automação simples Processa as linhas da planilha, sem usar fila. Serve para lotes pequenos, com um robô só.

Você pode ter vários Performers ao mesmo tempo, cada um num PC Windows da empresa. A fila garante que dois PCs nunca fiquem com o mesmo item. Os diagramas de cada modelo e o passo a passo para montá-los estão em Modelos REFRAMEWORK.

O cadeado, em uma frase. Antes de trabalhar, o Performer reserva o item: pede a vez e trava para si. Só depois começa. Se o PC cair no meio, o item não some: volta para a fila para outro PC (ou o mesmo) tentar de novo.

A aba Filas

Clique em “Filas”, a terceira aba no alto da janela, entre “Execuções” e “Agente”. No topo, o Curator resume para que ela serve: “Organize e acompanhe o processamento dos itens das suas automações.” Logo abaixo vem a lista das suas filas, uma por linha, cada uma com os seus números.

Aba Filas do Curator 3.2.3: título Filas, botões Recarregar e + Nova fila, campo de busca e uma tabela com as colunas Nome, Descrição, Itens, Pendentes em laranja, Sucessos em verde, Falhas em vermelho, Abandonados e Intervalo médio, com paginação no rodapé
A aba “Filas” na versão 3.2.3. Cada linha é uma fila. “Pendentes” aparece em laranja, “Sucessos” em verde e “Falhas” em vermelho. Clique no print para ampliar.

O que cada coluna conta

Coluna O que mostra
“Nome” O nome da fila. É por ele que as automações encontram a fila, então use o nome do processo.
“Descrição” Uma frase para a equipe saber o que há ali, por exemplo de onde vêm os itens. Pode ficar em branco.
“Itens” O total de itens que entraram na fila.
“Pendentes” Em laranja: o que ainda falta terminar.
“Sucessos” Em verde: itens que terminaram certo.
“Falhas” Em vermelho: itens que terminaram com erro. Cada um pede uma decisão: corrigir o dado ou tentar de novo. Se o robô quebrou com erro técnico e o Curador está ligado nessa automação, ele mesmo reexecuta os itens que quebraram: confira em “O que ele já fez”.
“Abandonados” Itens que não devem ser tentados de novo. O registro continua visível.
“Intervalo médio” Uma medida de tempo da fila, em média.
“•••” Mais opções daquela fila.

Um traço “—” quer dizer que aquela coluna não tem valor na fila. Em volta da tabela estão os controles da tela:

  • “Recarregar” traz os números do momento. Clique de novo para ver a fila andar.
  • “+ Nova fila”, o botão verde, cria uma fila. Veja Criar uma fila.
  • “Buscar por nome ou descrição...” e “Limpar filtros” ajudam a achar uma fila quando a lista cresce.
  • No rodapé, “Anterior”, “Página 1 de N” e “Próxima” mudam de página, e “Itens por página” define quantas filas aparecem de cada vez.

Como ler uma linha

No print, uma das filas tem 200 itens: 52 pendentes, 140 sucessos, 7 falhas e 1 abandonado. A leitura é simples: o lote está andando, falta pouco mais de um quarto, e 7 casos pedem atenção. Se “Pendentes” não baixa entre um “Recarregar” e outro, nenhum robô está consumindo a fila. Veja se o Performer está rodando ou se o gatilho por fila está ativo.

Pergunte ao Agente. O agente do Curator consegue consultar a fila, ler a pasta de saída e a configuração do projeto. Na aba “Agente”, pergunte, por exemplo: “Quantos itens da fila de notas ainda estão pendentes?”. Veja O que a IA faz.

Longe do PC, as filas também aparecem no portal web da PYE Tech, junto com máquinas, gatilhos, execuções e equipe.

Criar uma fila

Crie a fila antes da primeira execução do Dispatcher. O modelo Dispatcher confere o nome da fila (o “QueueName” do Config.xlsx) logo ao começar, e é nessa fila que os itens vão cair.

  1. Escolha um nome de processo Pense no nome antes de clicar: é ele que aparece em “Nome” e que as automações usam para achar a fila. Bom: notas-fiscais-entrada, cadastro-clientes. Evite: fila1, teste-final-agora-vai.
  2. Clique em “+ Nova fila” Na aba “Filas”, é o botão verde no canto de cima, à direita, ao lado de “Recarregar”.
  3. Confira a fila na lista Use “Recarregar” para ver a lista atualizada. Se quiser, escreva na descrição de onde vêm os itens: quem abrir a tela amanhã vai agradecer.
  4. Ligue as automações à fila No Dispatcher, o nome da fila vai no “QueueName” do Config.xlsx. O Performer consome a mesma fila. Prefere não mexer em arquivo? Peça ao Agente para criar ou alterar a automação.
  5. Deixe a fila andar sozinha (opcional) Na tela “Gatilhos”, crie um gatilho por fila: os novos itens da fila iniciam o Performer, sem ninguém clicar em “Executar”.
  6. Teste com um lote pequeno Rode o Dispatcher com poucos casos, clique em “Recarregar” e veja “Itens” e “Pendentes” subirem. Depois rode o Performer e veja os itens passarem para “Sucessos” ou “Falhas”.
Uma fila por processo. Não junte notas, cadastros e pedidos na mesma fila. Cada processo tem as suas regras e os seus erros, e os números da linha só fazem sentido quando todos os itens são do mesmo tipo.

A ficha de cada caso: o item

O item de fila é a menor unidade que o Curator controla. Uma nota fiscal, um cadastro, um ofício, uma fatura: cada um vira um item. Se o lote tem 800 notas, a fila tem 800 itens. Se uma falhar, você trata só aquela.

  • Fila de notas: cada item é uma nota.
  • Fila de clientes: cada item é um cadastro.
  • Fila de documentos: cada item é um arquivo a conferir.

Quem cria os itens é o Dispatcher: ele monta a lista de casos e insere todos na fila de uma vez, cada um com o estado “novo”. Se a inserção em lote não der certo, ele tenta um item de cada vez.

O que vai no item

Não precisa guardar a planilha inteira dentro do item. Guarde só o que o robô usa para trabalhar e o que a equipe precisa para conferir depois.

Referência O nome que a equipe reconhece, como NF-2026-000123 ou PED-88421. Não use linha2 nem teste.
Entrada O que o robô precisa para executar: número do pedido, valor, cliente, caminho do arquivo.
Saída O que o robô anota no fim: protocolo do sistema, data do lançamento. Não anote senha, print de tela nem o PDF inteiro.
Controle O estado do item, a prioridade, o prazo e, se precisar, um horário de adiamento: “só processar depois das 8h”.

Bom no item

  • cliente_id: C-1024
  • pedido: P-9981
  • arquivo: documentos/NF-8831.pdf

Não coloque

  • A planilha inteira em uma célula só.
  • O conteúdo do PDF.
  • Senha, token ou dado pessoal que o robô não usa.
Dado sensível. A fila é vista por quem opera o Curator. Não coloque CPF completo, cartão, senha ou chave de acesso no item. Se o robô precisa de um arquivo grande, deixe o arquivo numa pasta e coloque no item só o caminho.

Os estados do item

O estado diz em que ponto do caminho o item está. Na aba “Filas”, a linha de cada fila soma esses estados nas colunas “Pendentes”, “Sucessos”, “Falhas” e “Abandonados”.

Estado O que significa O que você faz
Novo Está na fila, esperando a vez. Conta em “Pendentes”. Nada. O Performer pega quando chegar a vez.
Em processamento Um PC reservou o item e está trabalhando. Espere. Se ficar assim tempo demais, o PC pode ter travado.
Sucesso Terminou certo. Conta em “Sucessos”. Não devolva para a fila, a menos que a regra do processo peça para repetir o caso.
Falha Terminou com erro. Conta em “Falhas”. Leia o motivo. Só então decida se tenta de novo ou se alguém corrige o dado.
Abandonado Não deve ser tentado de novo, mas o registro continua visível. Conta em “Abandonados”. Confira se o caso foi tratado de outro jeito, por exemplo à mão.

Dois tipos de falha

Na coluna “Falhas”, dois itens vermelhos parecem iguais. A pergunta que muda a decisão é: se eu repetir agora, com os mesmos dados, tem chance de dar certo?

Falha de negócio

O caso não atende uma regra. Repetir com o mesmo dado falha de novo.

  • CPF inválido.
  • Pedido já cancelado.
  • Cliente bloqueado.

O que fazer: não ficar tentando. Corrija o dado ou trate o caso à mão.

Falha técnica

Algo no caminho falhou. Esperar, mudar de PC ou consertar o robô pode resolver.

  • Site fora do ar.
  • Rede oscilou.
  • A tela do sistema mudou e o robô não achou o botão.

O que fazer: tentar de novo, com limite de vezes. Se o robô quebrou, é aqui que o Curador entra.

Regra prática. Se repetir agora ou em outro PC pode resolver, é falha técnica. Se repetir com os mesmos dados vai falhar de novo, é falha de negócio. No código dos modelos REFRAMEWORK, as duas têm nome: BusinessRuleException (negócio) e SystemException (técnica).

Quem passa na frente

A prioridade diz qual item o Performer deve pegar primeiro. Use crítica só quando for de verdade: fechamento do mês, cliente com prazo curto. Se quase tudo for urgente, a fila perde o sentido e vira de novo uma lista sem ordem.

Dois controles extras ajudam quando o calendário importa. O prazo é “até quando isso deveria estar pronto”: vencimento, janela do banco, fechamento do dia. O adiamento é “não pegue antes deste horário”: por exemplo, só depois das 8h, ou no próximo dia útil, quando o sistema do fornecedor abre.

Tentar de novo

Retry quer dizer nova tentativa. O item que falhou não é apagado: fica no histórico. Uma nova tentativa, ligada à anterior, volta para a fila, e só ela. Ninguém relê a planilha inteira.

Quem tenta de novo

Quem Quando O que acontece
O próprio robô Falha técnica passageira, como rede ou site lento. Os modelos REFRAMEWORK repetem só aquele item (retry isolado por item), com um limite pequeno de vezes.
O Curador A automação quebra com erro técnico e o Curador está “Ligado nesta automação”. Ele conserta o código, testa e reexecuta os itens que quebraram.
Você O site voltou, o dado foi corrigido, a tela do sistema mudou. Você pede uma nova tentativa só para os itens que entendeu.

Quando o robô quebra: o Curador

O Curador assume quando a automação quebra com erro técnico: olha a tela, decide e conserta. Ele é ligado por automação, e na janela “Curador” a seção “Como ele age” resume os três passos:

  1. “Pausa o robô no erro e olha a tela como ficou.”
  2. “Decide parar ou deixar a execução seguir, e avisa por e-mail.”
  3. “Conserta o código, testa e reexecuta os itens que quebraram. Sem conserto confirmado, desfaz o que mudou.”

Em uma fila, isso quer dizer que os itens que quebraram por causa do robô voltam a ser processados depois do conserto, sem você refazer o lote. O Curador conserta com o modelo que você escolher, pela sua chave de API; o uso é cobrado na sua chave, pelo provedor (veja Chave de API). Falhas de negócio continuam com você: o Curador cuida de erro técnico.

Como o Curador age, passo a passo →

Topo da janela Curador do Curator 3.2.3: o título com o nome da automação, o interruptor Ligado nesta automação marcado em verde e os três passos de Como ele age
O topo da janela “Curador” de uma automação.
Pode rodar duas vezes sem duplicar? Antes de lançar de novo no sistema de destino, o robô precisa perguntar: “esse lançamento já existe?”. Se já existe, ele não cria outro, só anota o protocolo. Sem essa pergunta, uma nova tentativa vira nota duplicada no ERP.
Não tente de novo quando o dado está errado, o pedido foi cancelado ou o cliente está bloqueado. Aí a falha é de negócio: o item espera uma correção, não mais uma passada do robô.

Limpar a fila Novo na 3.2

As notas da versão 3.2.3 trazem operações de limpeza da fila. Limpar é tirar da fila o que não deve mais ocupar a lista. Use com calma: a limpeza mexe na lista que os robôs e a equipe consultam.

Quando faz sentido limpar

  • Depois de um teste. Os itens do lote de teste não devem se misturar com os casos reais.
  • Lote repetido por engano. O Dispatcher rodou duas vezes sobre a mesma planilha e a fila ficou com casos em dobro.
  • Recomeço do zero. O processo mudou e a fila vai receber uma planilha nova.

Antes de limpar, confira

  1. Ninguém está consumindo a fila Nenhum Performer rodando. Na tela “Gatilhos”, veja se há gatilho por fila ativo para ela: novos itens podem dar a partida numa automação.
  2. As falhas já foram lidas O motivo de cada falha é o que ensina o que corrigir na origem ou no robô.
  3. O que já foi feito lá fora continua lá Limpar a fila não desfaz o que o robô já lançou no ERP, no site ou na planilha de destino.
  4. A equipe sabe A fila é usada por todos os PCs que rodam o Performer e por quem acompanha a tela. Avise antes.
Não limpe para esconder falhas. Se muitos itens falham pelo mesmo motivo, corrija primeiro a origem ou o robô. Na dúvida sobre o efeito de uma operação de limpeza, experimente antes numa fila de teste ou fale com o suporte.

No dia a dia

Uma fila saudável responde rápido a cinco perguntas. Se a equipe consegue respondê-las olhando a aba “Filas”, o desenho está bom.

Pergunta Onde olhar
Quanto ainda falta? “Pendentes”, na linha da fila.
A fila está andando? Clique em “Recarregar” de tempos em tempos: “Pendentes” desce e “Sucessos” sobe.
O que falhou hoje é o mesmo motivo de ontem? “Falhas”, e o relatório da execução na aba “Execuções”.
Os PCs que deveriam trabalhar estão ligados? A lista de máquinas no portal web.
A fila cresce mais depressa do que os robôs acabam? “Itens” e “Pendentes” subindo juntos, dia após dia.

Toda manhã: clique em “Recarregar”, olhe “Falhas”, separe negócio de técnica e só peça nova tentativa no que você entendeu. Toda semana: veja os motivos que mais se repetem. Muitas vezes o conserto é na planilha de origem, não no robô. Se o volume crescer: ligue outro PC com o mesmo Performer. Não junte processos diferentes na mesma fila.

Antes de ir para produção. Rode um lote pequeno com três desfechos: um sucesso, uma falha de negócio (dado errado de propósito) e uma falha técnica (sistema desligado). Confira se a aba “Filas” conta a história certa e se a nova tentativa não duplica o lançamento. Depois, ligue o Curador nas automações que vão rodar sozinhas, por gatilho.

Se algo der errado

O que você vê O que costuma ser
O Dispatcher rodou e “Itens” continua em 0 O “QueueName” do Config.xlsx não bate com o nome da fila, a origem não tinha linha nova, ou a validação barrou o lote. Clique em “Recarregar” antes de concluir.
Chegaram itens novos e o Performer não começou sozinho Não há gatilho por fila para ela, ou ele não está ativo. Confira na tela “Gatilhos” (contador “por fila” e filtro “Estado”). Na aba “Execuções”, as execuções iniciadas por gatilho aparecem com Origem “Gatilho”.
O Performer encerra sem pegar item Não há item novo, ou todos estão adiados para depois.
Um item fica “em processamento” tempo demais O PC travou, a tela do sistema não abriu ou a reserva não foi solta.
Muitos itens falham pelo mesmo motivo Pare o lote. Se for erro técnico do robô, deixe o Curador consertar ou corrija a automação. Se for dado, corrija a origem. Não peça nova tentativa em massa no escuro.
Aparecem itens duplicados A referência não é única, ou o Dispatcher rodou duas vezes na mesma planilha. Veja Limpar a fila.
A prioridade parece não valer Quase tudo está marcado como urgente, ou os itens críticos estão adiados.

Resumo

  • A fila é a lista central dos casos. Cada caso é um item.
  • A aba “Filas” mostra os números de cada fila: “Itens”, “Pendentes”, “Sucessos”, “Falhas” e “Abandonados”. Crie uma em “+ Nova fila”.
  • O Dispatcher coloca. O Performer pega, com cadeado, e anota o resultado. O Disperformer faz os dois.
  • Um gatilho por fila faz os novos itens iniciarem a automação sozinhos.
  • Falha de negócio espera correção. Falha técnica pode tentar de novo, e o Curador conserta o robô e reexecuta os itens que quebraram.
  • Nova tentativa é só aquele caso, não a planilha inteira.